I Semana Municipal da Primeira Infância tem participação do Fab Lab LIVRE SP

A Prefeitura Municipal de São Paulo está promovendo a I Semana Municipal da Primeira Infância, entre os dias 01 e 07 de agosto, com o intuito de valorizar e chamar a atenção para os cuidados necessários durante a primeira infância.

A primeira infância consiste do nascimento até a criança completar 6 anos. De acordo com estudos, os cuidados, estímulos, interações e experiências neste período são levados para o resto da vida, formando as características cerebrais presentes em adultos e influenciando comportamentos.

Pensando na importância deste momento na vida das crianças e das pessoas que estão ao seu redor, a rede municipal de laboratórios digitais geridos pelo ITS BRASIL, Fab Lab LIVRE SP, também está participando da I Semana Municipal da Primeira Infância.

As atividades abordam diferentes temáticas do universo dos laboratórios digitais, como sua intersecção com o meio ambiente, com as artes e a própria cultura colaborativa do movimento maker. As crianças e seus acompanhantes terão a oportunidade de experimentar o contato com a natureza, com ferramentas produzidas no FabLab, e com o processo de criação e construção em si. Sempre refletindo sobre o futuro das próximas gerações e a importância das experiências criativas para crianças e adultos.

Serão 3 atividades pensadas para integrar crianças (de 0 a 6 anos) e seus acompanhantes. 

MEIO AMBIENTE EDUCAÇÃO INFANTIL
04/08 – 09h às 12h
Fab Lab e Telecentro São Joaquim Guarapiranga (Rua Bacabinha, 280 – Jardim São Joaquim)
Além de conscientizar sobre a importância do cuidado do meio ambiente hoje para o futuro, a atividade irá instigar os futuros donos do planeta a terem conhecimento de que um mundo mais verde é igual a “mais vida”. Incluindo também atividades práticas como plantio de flores e verduras, reciclagem de pet’s, pinturas e muito mais. Ferramentas produzidas no Fab Lab LIVRE SP também serão exploradas, como reavivamento da grade de parede e irrigação automática.

OFICINA DE CARIMBOS PARA AS CRIANÇAS
04/08 – 09h às 12h
Fab Lab Chácara do Jóckey (Rua Santa Crescencia, 323 – Butantã)
As crianças poderão usar os carimbos prontos para criar composições geométricas, desenhos de personagem e soltar a criatividade. A atividade  envolve a impressão de carimbos usando a máquina de corte a laser e borracha de silicone.

PRIMEIROS PASSOS NA CULTURA MAKER
07/08 – 14h às 17h
Descomplica de São Miguel (Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Sousa, 76 – Vila Jacui)
A atividade propõe uma dinâmica para apresentar as ferramentas e técnicas iniciais para adentrar o universo criativo dos laboratórios de fabricação digital e da cultura colaborativa do movimento maker.

 

Fundo branco com textura em cinza e detalhes em laranja, amarelo e vermelho no canto inferior direito. Escrito em amarelo #SEMANA DA PRIMEIRA INFÂNCIA, deguido do texto em cinza com a programação resumida.

A importância da fabricação digital

Depoimento de Ana Luisa Martins sobre sua experiência com a rede Fab Lab LIVRE SP

Conheci o mundo da Fabricação Digital durante o começo do ano passado enquanto buscava um sistema construtivo para a edificação do meu TFG da faculdade, um abrigo emergencial, e quanto mais pesquisava sobre o assunto mais fascinada e interessada ficava.

Me aprofundei bastante na teoria das tecnologias CAD (Desenho Assistido por Computador) e CAM (Manufatura Auxiliada por Computador), que estão cada vez mais presentes não só na construção civil, mas em diversas áreas como design, indústria automobilística, naval, aeronáutica, entre outras. O computador revolucionou e mudou tudo, atualmente com a evolução das tecnologias, as máquinas controladas por computador, como a fresadora CNC, a máquina de corte a laser e a impressora 3D, que são as chamadas tecnologias CAM, se tornaram mais acessíveis financeiramente a faculdades e programas públicos como o Fab Lab LIVRE SP.

Encontrei a rede Fab Lab LIVRE SP por acaso enquanto procurava um local para realizar os protótipos do meu projeto, entrei no site, vi os cursos, fiz a inscrição para um, fui ao Fab Lab Penha, e após um curso acabei fazendo todos os outros que a unidade oferecia.

Os cursos do fab lab me ajudaram a realmente entender os conceitos que eu havia estudado apenas na teoria, e devido à possibilidade de realizar protótipos pude prever erros na arquitetura do abrigo que estava projetando, erros que eram possíveis de ver em um modelo físico, mas não em um digital.

Frequento os fab labs até hoje, mesmo após o término do meu trabalho, e já fui em outros da rede além da Penha como: Itaquera, Centro Cultural SP e Olido, que foram os mais acessíveis por estarem mais perto de estações de metrô e localizados na região centro-leste.

A proposta da rede Fab Lab LIVRE SP é revolucionária em vários aspectos, gosto principalmente do aspecto de serem locais para fabricação de ideias, lugares de estímulo ao conhecimento de tecnologias e ferramentas novas. Eu mesma nunca tinha tido contato com eletrônica ou placas de programação, mas vendo o arduino, os objetos feitos com ele, acabei me interessando, e por isso realizei os cursos sobre o mesmo e minha curiosidade só cresce em relação à área, pois consigo ver como ela pode se interligar com as outras tecnologias do fab lab e até mesmo fora. É esse mundo de possibilidades que se abre que faz as pessoas voltarem, elogiarem e trazerem suas próprias ideias e transformarem em projetos.

Outro aspecto importante da rede de fab labs é sua dispersão pela cidade de São Paulo, estando presente em todas as regiões, tornando o contato com eles possível e mais frequente. Ao contrário da maioria dos equipamentos públicos (museus, centros culturais, ..) que fica concentrada no centro, o que faz com que pessoas de zonas mais afastadas não consigam ter acesso, devido à falta de tempo, ou conhecimento do que são determinados equipamentos, o que fazem, etc.

Sequência de 3 fotos que mostram uma mini jardineira em formato de bubassauro na cor laranja. A foto do meio mostra a impressora 3D imprimindo o bubassauro em plástico PLA. Sequência de 3 fotos que mostram um gaveteiro com duas gavetas feito em mdf e acrílico. A primeira foto mostra o gaveteiro fechado e as outras fotos mostram o gaveteiro aberto. Sequência de 3 fotos que mostram dois ângulos de visão do modelo de abrigo emergencial. O modelo é feito em mdf num formato retangular e com apoios para uma cobertura curva com suporte em madeira. A foto do meio mostra a máquina de corte a laser fazendo os cortes numa peça única de mdf. Sequência de três imagens dos quadros de acrílico preto em formato retangular. As fotos mostram os quadros com cartas de baralho no espaço interno. Cada um dos dois quadros encaixa no outro como peças de quebra-cabeça.

Nas imagens se encontram alguns dos projetos que fiz durante algumas oficinas e também por agendamento prévio, então, apesar de ter procurado o fab lab por uma questão acadêmica, depois de conhecer as máquinas desengavetei alguns outros projetos que não tinham relação com a faculdade.

Uma questão interessante que observei nos cursos que fiz foi a diversidade de pessoas que procuram os cursos dos fab labs. São pessoas de todas as idades e profissões, entretanto todas tem visões de como podem utilizar as máquinas para realizar algum projeto pessoal, ou quem vai só por curiosidade no final já pensa no que poderia realizar depois. Então, são ferramentas que estimulam a criatividade em diferentes níveis, desde a modelagem, até a escolha de material e montagem.

Adoro a possibilidade que a rede cria de compartilhar o que aprendi e continuo aprendendo sobre esse mundo da Fabricação Digital, e até inspirar outras pessoas para que se tornem entusiastas criativas, assim como eu acabei me tornando ao entrar em contato com as tecnologias presentes nos fab labs.

Ana Luisa Martins

Arduino Day SP 2018

O Arduino Day é celebrado há cinco anos no mundo todo para comemoração o Arduino e para reunir a comunidade de usuários, desenvolvedores e iniciantes para troca de informações e projetos realizados com a plataforma open-source.

O que é Arduino?

O Arduino foi criado com a ideia de democratizar o acesso das pessoas à tecnologia e facilitar sua inclusão em processos de aprendizado e criação em áreas da eletrônica e programação. No evento estiveram pressentes aprendendo e ensinando desde crianças a adultos sem limites de idade.

É um microcontrolador, fácil de programar e de aprender a usar, que pode servir para criar os mais diversos dispositivos eletrônicos, como robôs, e processos automatizados. Ele é facilmente apropriado e, por isso, muito utilizado na solução de demandas individuais e coletivas.

O Arduino Day SP

No dia 12 de maio a rede Fab Lab LIVRE SP realizou oficinas temáticas de Arduino nos 12 laboratórios e um evento central para o Arduino Day SP de 2018. O Evento foi organizado pela Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo com o apoio do ITS BRASIL e da Praça das Artes e em parceria com Embarcados, Fazedores, Garoa Hacker Club, Laboratório Hacker de Campinas, Mamute Eletrônica e Duplo J.

O evento, assim como as oficinas e atividades desenvolvidas nos laboratórios da rede Fab Lab LIVRE SP, é uma ação para disseminação de tecnologias; para democratizar o acesso às novas tecnologias de fabricação digital, disponibilizando à população ferramentas tecnológicas de última geração. Este também é o fundamento do Arduino: permitir que as pessoas sejam protagonistas de seus próprios processos de aprendizado e criação e da resolução de seus problemas.

A programação central contou com palestras, oficinas, coletivos makers e show, conforme segue abaixo:

13h30 – Abertura
Com Manuel Lemos – Fazedores

14h – Inovação e Políticas Públicas
Com Daniel Annenberg (Secretário Municipal de Inovação e tecnologia e Irma Passoni (Diretora ITS Brasil)

15h – Uso profissional do Arduino – Com André Guerreiro – Duplo J

16h Tecnologia Assistiva com uso de arduino – Com Samanta Lopes – Arduladies

17h – Arduino e Jogos com Mauricio Jabour – Mau Maker

18h – Show com a banda Laikabot

Workshops

10h – Escovando Bits com Bruno Aricó – Hardware Livre da USP

10h – Faça sua Franzininho com Emerson Muniz – Mamute Eletrônica

10h – Lab aberto com Arduino – Mau Maker

 

Oficina de Fabricação Digital com alunos do NAISPD Itaquera

Oficina temática na rede Fab Lab LIVRE SP

O laboratório de Itaquera está recebendo hoje, para oficina, um grupo de pessoas com deficiência intelectual e Síndrome de Down. A visita foi agendada pelo NAISPD de Itaquera para apresentar o a fabricação digital em uma oficina temática.

O Núcleo de Apoio à Inclusão Social para pessoas com deficiência tem por finalidade a garantia de direitos, o desenvolvimento de mecanismos para a inclusão social, a equiparação de oportunidades e a participação das pessoas com deficiência, a partir de suas necessidades individuais e sociais.

Os laboratórios de fabricação digital trabalham com a cultura do “faça você mesmo”. Esta cultura estimula a autonomia e o aprendizado criativo. A partir da experiência prática, de erros e acertos, os alunos são parte ativa das oficinas e de seu aprendizado. O técnico orienta as aulas e os projetos de usuários dos laboratórios, mas o estímulo para aprender vem das descobertas e do desenvolvimento pessoal do usuário ao longo das atividades.

A oficina de hoje foi voltada à fabricação de sinos de vento. Foi realizada uma oficina de introdução ao corte a laser com objeto definido para produção. De início, foi feita a introdução ao uso da máquina de corte a laser para fabricar a estrutura. Depois, o sino foi finalizado com a pintura dos fios e a montagem das peças pelos alunos.

Conheça todos os cursos do Fab Lab LIVRE SP: http://fablablivresp.art.br/calendario/mes

Veja aqui as fotos:

Inclusão Digital na sociedade da Revolução da Indústria 4.0

Inclusão Digital

O dia 27 de março é considerado o Dia Nacional da Inclusão Digital por diversas organizações. A inclusão digital é fundamental para garantir a participação na sociedade atual, o exercício pleno de direitos e da democracia. Hoje, o uso da tecnologia ocupa papel de destaque na comunicação, informação, educação e em processos produtivos, operações e serviços. Portanto, a exclusão tecnológica agrava a exclusão e a desigualdade social.

O processo para a inclusão digital passa por medidas simples, ainda que estruturais. Passam, em geral, pela disponibilização e capacitação no uso de ferramentas desde a internet, e-mail, mídias e aplicativos, além do desenvolvimento e disponibilização de instrumentos para garantir a acessibilidade a todos*.

Atualizando a discussão da inclusão digital, precisamos considerar que nossa sociedade já está vivendo a revolução da indústria 4.0. Os processos de automação e uso de sistemas de dados se tornam fundamentais e, para falar em inclusão plena, é preciso compreender que o mundo digital também inclui a programação e desenvolvimento de sistemas e ferramentas.

Iniciativas

Há muitas iniciativas importantes pelo mundo, entre as quais podemos ressaltar o movimento #iamtheCODE, fundado por Mariéme Jamme. Este projeto tem o objetivo de ensinar 1 milhão de meninas a programar até 2030. “Aprendi a programar sozinha, de C++ a Python, então quero dar poder às gerações futuras com o conhecimento da tecnologia”, afirmou Mariéme em entrevista à revista Trip (leia aqui).

Cartolina desenhada e escrita. Se lê ao centro: I am the CODE de olho na natureza. Ao lado, desenhos da Amazônia, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Semegal e um código.
Foto retirada da página de Facebook do #iamtheCODE

O movimento I Am the Code foi recentemente endossado pela ONU, de quem Mariéme ganhou o título de embaixadora de tecnologia. Um dos produtos que ela criou é um kit básico que ensina meninas a programarem em até cinco minutos. Mariéme esteve em 2017 no Rio de Janeiro para visitar comunidades e ensinar meninas. Em março de 2018, o projeto visita o Recife para discutir com jovens meninas. O foco será os Objetivos de Desenvolvimento Social da ONU e aprender sobre a mudança climática.

Iniciativas no Brasil

Um levantamento realizado pelo Facebook em parceria com a The Economist sobre acesso à internet, mostra o país na 18º posição em um ranking de 75 nações. O estudo também mostra que o Brasil está entre os dez países do mundo com maior número de população desconectada.

Entretanto, muitas organizações e projetos no Brasil trabalham para promover a inclusão digital de pessoas desconectadas. Em São Paulo, o ITS BRASIL teve experiências de trabalho conjunto com organizações como a progra{m}aria, Arduladies, Programaê!, Instituto Catalisador, e outras que trabalham principalmente com crianças, jovens e mulheres. Os laboratórios de fabricação digital da rede Fab Lab LIVRE SP, de iniciativa da prefeitura municipal de São Paulo e sob a gestão do ITS BRASIL, atuam para a minimização dessas lacunas de conectividade.

Nos laboratórios são oferecidos cursos de introdução às tecnologias de fabricação digital para a população de São Paulo. Um dos focos de atuação são as ações conjuntas com os coletivos já citados e com professores e diretores de ensino das escolas públicas do município. Estas ampliam a divulgação das tecnologias e formação de crianças e multiplicadores de conhecimento. Você pode conhecer o projeto aqui: http://fablablivresp.art.br

*Você poderá conferir em nosso blog, em breve, artigo específico sobre a acessibilidade digital.

Extensão universitária ganha função social

A partir de parceria do IFSP com o Fab Lab Livre SP e CCJ, foi realizado projeto de extensão universitária. Este, além de contar com aulas de marcenaria utilizando as técnicas de fabricação digital, também desenvolveu mobiliário para uso da comunidade e funcionários do Centro Cultural da Juventude na Vila Nova Cachoeirinha.

No dia 10 de março foram certificados os alunos e participantes do projeto. A iniciativa foi do professor Felipe Mujica, da Diretoria de Construção Civil do Campus São Paulo (DCC/SPO) do IFSP. O projeto teve início no final de 2017 com aulas do professor e dos técnicos Jesus Cavalcante e César Garcia. A partir das aulas, os alunos entraram em contato com a comunidade e as necessidades locais. Assim, puderam participar do projeto e construção das soluções.

“Quem participou do projeto pode aprender, desde entender a necessidade de um cliente, neste caso, os usuários do CCJ e o próprio CCJ, até como elaborar um projeto e a produção e fabricação de móveis, jogos, brinquedos e objetos em geral, aprendendo as técnicas de fabricação digital e marcenaria”, afirmou o professor.

Os princípios básicos deste projeto foram a integração entre a produção de conhecimento e a prática e a multiplicação deste conhecimento. Com o direcionamento social do atendimento de necessidades e demandas da comunidade local. Por isso, foi um projeto tão relevante para CCJ, IFSP, Fab Lab Livre SP, alunos, professores e usuários locais.

Veja aqui no site do Instituto Federal uma notícia completa sobre o projeto.

 

Fab Lab LIVRE SP proporciona inovação no carnaval do CCJ

As tecnologias da indústria 4.0 e os processos inovadores disponíveis no Fab Lab LIVRE SP têm sido a cada dia mais incorporados pela população e, especialmente, pelas comunidades do entorno dos laboratórios. Durante o carnaval, não poderia ser diferente. O carnaval de rua tem ganhado maior expressão e participação de paulistas nos últimos anos e, em 18 de fevereiro de 2018, o Bloco da Tia Ruth, bloco de carnaval de rua do Centro Cultural da Juventude, irá estrear.

O bloco reúne as principais frentes culturais do Centro Cultural e irá desfilar com instrumentos produzidos com as tecnologias da fabricação digital em parceria com o Fab Lab LIVRE SP. Ao longo de 2017, foram desenvolvidas várias oficinas, promovidas pelo CCJ e a equipe do Fab Lab Livre SP. Foram oficinas voltadas para experimentação e criação de instrumentos.

Destas oficinas, surgiram instrumentos inteiramente desenhados pelos usuários e pela equipe do laboratório. Estes foram recortados na máquina de corte a laser e montados com os equipamentos da marcenaria. Os instrumentos criados e produzidos digitalmente, além de serem de baixo custo, permitem uma sonoridade próxima a dos instrumentos usados pelas escolas de samba. O processo de produção de instrumentos saiu em notícias do Jornal SP Norte e do Bom Dia SP.

Confira as notícias:
https://www.jornalspnorte.com.br/folia-tech-bloco-de-rua-do-ccj-usa-instrumentos-criados-digitalmente/
https://globoplay.globo.com/v/6478730/

Artia V. – Interface Assistiva

Compartilhamos com todos um importante projeto de tecnologia assistiva que está precisando de apoio para seu desenvolvimento, divulgação e expansão. O projeto da interface Artia V está em desenvolvimento na UNESP desde 2015, dentro do grupo GIIP e agora está com uma campanha de financiamento coletivo aberta.

Esse financiamento é para o projeto como um todo, porém o foco inicial será na produção de um espetáculo de dança.Para exemplificar como a interface funciona, realizarão na UNESP um espetáculo de dança, inédito, com duas pessoas com severa incapacidade de movimentos e de fala, dois bailarinos e um artista performático. No espetáculo serão utilizadas as interfaces assistivas que levarão à exposição, entre elas a ARTIA.V

Para apoiar, é só acessar este link: http://www.juntos.com.vc/pt/arteolhos

A interface, aliada às novas tecnologias, auxilia pessoas com severas limitações corporais a se expressarem mais facilmente. Pessoas que não possuem movimentos e nem capacidade de fala poderão fazer e ensinar artes com os olhos (plásticas: de desenho à escultura; cênicas: teatro dança e performance; e musicais: trilhas e composição em tempo real e música experimental).
Além de ser uma importante tecnologia por seu viés inclusivo, é uma tecnologia desenvolvida com o propósito da apropriação e reaplicação. O grupo pretende em breve poder distribuir modelos e aplicar workshops para ensinar associações assistenciais e familiares a construir iguais.

Conheça mais sobre este projeto:
Facebook – https://www.facebook.com/fazendoartecomosolhos
Site – http://giip-interfaces.wixsite.com/home

Cultura Maker em debate

Em junho, os Fab Labs Livres SP estarão em pauta no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo. Serão dois encontros sobre a Cultura Maker, em que se debaterá sobre novas práticas de criação e de produção, a concepção da Cultura Maker e suas reverberações sociais. Leia mais